Psicoterapia

Sobre Psicoterapia

A psicoterapia (do grego psykhē – mente, e therapeuein – curar) é um tipo de terapia cuja finalidade é tratar os problemas psicológicos, tais como depressão, ansiedade, dificuldades de relacionamento, entre outros problemas. É um processo dialético efetuado entre um profissional, o terapeuta, e o cliente.

Por ser uma área da saúde, a psicoterapia é a principal linha de tratamento para qualquer assunto referente ao psiquismo. Para isso, propõem intervenções, cujos objetivos centrais são:

  • restabelecer o funcionamento psíquico ótimo do paciente;
  • permitir que o paciente compreenda as causas do que lhe acomete, para que possa encontrar recursos psíquicos para lidar com suas dificuldades, problemas etc;
  • desenvolver meios de agir no mundo, redefinindo seus traços de comportamento.
  • solucionar problemas pontuais, que o afligem, bem como observar questões de cunho mais existencial.

A Psicologia transpessoal tem como objeto a analise da Consciência e, neste sentido, congrega vários Recursos como o dialogo, a introspecção, a meditação, o relaxamento, e visualizações regressivas ou criativas. A Abordagem transpessoal tem atraído cientistas de diferentes áreas, que fazem a conexão entre o conhecimento científico padrão e as observações e proposições transpessoais. No Brasil o estudo dos estados não ordinários de consciência encontraram ressonância no Movimento Espiritualista, sobretudo em obras de caráter mediúnico, como os livros da série psicológica do espírito Joanna de Ângelis, psicografadas por Divaldo Franco e também em pesquisadores da consciência como Hélio Couto, Trigueirinho, dentre outros.

Carl Gustav Jung foi um psiquiatra e psicoterapeuta suíço que fundou a psicologia analítica. Jung propôs e desenvolveu os conceitos de personalidade extrovertida e introvertida, arquétipo e inconsciente coletivo. Seu trabalho tem sido influente na psiquiatria, psicologia, ciência da religião, literatura e áreas afins.

O conceito central da psicologia analítica é a individuação – o processo psicológico de integração dos opostos, unificação, incluindo o consciente e o inconsciente. Jung considerou a individuação como o processo central do desenvolvimento humano, que é o mesmo que iluminação da consciência.

Ele criou alguns dos mais conhecidos conceitos psicológicos, incluindo o arquétipo, o inconsciente coletivo, o complexo, e a sincronicidade.

Via a psique humana como “de natureza simbólica”, e fez, deste simbolismo, o foco de suas explorações. Ele é um dos maiores estudiosos contemporâneos de análise de sonhos e simbolização. Embora exercesse sua profissão como médico e se considerasse um cientista, muito do trabalho de sua vida foi passado a explorar áreas tangenciais à ciência, incluindo a filosofia oriental e ocidental, alquimia, astrologia e sociologia, bem como a literatura e as artes. Seu interesse pela filosofia e ocultismo levaram muitos a vê-lo como um místico.

Como vem acontecendo com relação a psicologia junguiana, também a Psicologia transpessoal tem construído um diálogo produtivo com a Física quântica, especialmente na busca da compreensão dos fenômenos que ultrapassam o conceito da física clássica e dos próprios princípios energéticos e temporais e que são estudados em linhas de pesquisa diferenciadas como Física e Psicologia.

A consciência é um dos apsectos da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, intuição, autoconsciência, senciência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente, concreto, simbólico ou espiritual. É um assunto muito pesquisado na filosofia da mente, na psicologia, neurologia, ciência cognitiva e espiritualidade.
Alguns filósofos dividem consciência em consciência fenomenal, que é a experiência propriamente dita, e consciência de acesso, que é o processamento das coisas que vivenciamos durante a experiência. Consciência fenomenal é o estado de estar ciente, tal como quando dizemos “estou ciente” e consciência de acesso se refere a estar ciente de algo ou alguma coisa, tal como quando dizemos “estou ciente destas palavras”. Consciência é uma qualidade também psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo do espírito, da mente, ou do pensamento humano. Ser consciente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.

Na psicoterapia Junguiana podemos nos perceber como seres em expansão de consciência, o que determina nossa missão existencial e proposito de alma.

 

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